A liberdade do cristão

A liberdade do cristão (i. é, do nascido de novo, regenerado pelo “poder e sabedoria de Deus… mediante a fé em Cristo” cf. 1 Co. 1.24 c.c, Rm. 5.1) está no correto relacionamento com o Eterno, Santo e todo-Poderoso que o ergueu à posição de “filho de Deus” (Jo.1.12).

Ao discorrer sobre esta posição do “filho de Deus”, o apóstolo Paulo insiste (Ef. 5.8-12 – ênfase nossa):

“Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai (gr. peripateo – ao redor de – fazer deste o único caminho) como filhos da luz (porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade), provando sempre o que é agradável ao Senhor.

E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha.”

A heresia icemita é um desastre. Fruto de distorção das Escrituras, falso profetismo, farisaísmo icemítico e revelagens. Teologismo!

A infelicidade maior do cego é ser guiado por cegos, porque ambos cairão no barranco (cf. Mt. 15.14). E assim está acontecendo com esta geração de icemitas encurralados em um beco sem saída e andando ao redor dos erros da elite. Porque o monarca muito religioso os controla pelas mãos de ferro dos valetes (escrevi valetes) que exigem obediência ao sistema ao som do “Não toqueis nos meus ungidos”. A fim de justificarem suas más obras, eles usam a Bíblia fora do contexto. Como os fariseus hipócritas faziam.

Então, nesta fábrica de meia-solas reformados especialmente gerados na “doutrina (manipuladora) revelada” para manter a monarquia, a CUMPLICIDADE é notória. Não duvide: envolvidos nas cortinas de fumaça os filhos do gedeltismo perderam a noção do ridículo e a Maranata descamba da fé à fraude. O astuto encantador de formatados conseguiu enganar esta geração de icemitas apertada no beco sem saída e no rumo da “operação do erro”  (2 Ts. 2.11).

No artigo “A OBRA: CONTRUÍNDO HERESIAS designo de valete aquele que passou a ser alguém controlado por um chefe religioso que impõe a ideologia Obra como forma de vida. Loucura! Não passa de jugo monárquico, pseudocarismático e quadragenário. E a prova ai está: contrariando as Escrituras, a igreja sede (Vila Velha-ES) absolutamente DOMINA as unidades locais (expressão do estatuto da ICM-PES) da monarquia religiosa.

Ora, isto ofende as Escrituras, pois NUNCA passou pela mente de Deus que a igreja de uma cidade dominasse as igrejas estabelecidas em outras cidades. Nesse contexto de erro em cima de erro a “unção” eclesiástica icemítica autoriza certos homens a exercerem a autoridade do monarca nas unidades locais ; e a função principal e cada um deles é exigir obediência ao DON (Doutrina, Ordens e Normas) baixado pelo palácio da rainha desfigurada. Onde impera o medo fica fácil exercer a FALSA UNÇÃO.

Por quanto tempo essa liderança eclesiástica continuará achincalhando os honestos e negando a existência dos banquetes de ladrões? O ninho está sujo… muito sujo.

Quem quiser conteste…

PAZ.

CV.

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