igreja maranata – CUIDADO COM O VENENO ENCONTRADO NOS BAIACUS DA OBRA!

CUIDADO COM O VENENO ENCONTRADO NOS BAIACUS DA OBRA!

Fico imaginando como pessoas que se dizem Servas de Deus trocam a benção por uma conta bancária gorda e carros importados na garagem e uma família bonita e todo mundo com saúde e confortável, pra viver “Obra como forma de vida” inventada por Líder construtor de heresias, e amante de dinheiro e poder.

Lamentavelmente estão trocando a consolação do Espírito Santo por conforto material e e promessas e mais promessas de bençãos materiais, de mansões que quando Jesus voltar vai ficar ai.

Um espírito de miséria habita no coração destas vacas magras que comem, comem e nunca podem se fartar. Estão tirando a lã das ovelhas. Quiseram enxergar além da letra, mostrando meias verdades e muita vaidade protendo ser detectores da verdade única.

Homens cultos cheios de letra mas vazios do Espírito Santo de Deus.

Transformaram a palavra de Deus em fonte de extorsão da vida dos membros, com dons fabricados para benefícios próprios. Banquete de ladrões, não só de dízimos; mas ladrões de sonhos, mercenários de almas. HOMENS INCHADOS de presunção, julgam-se donos das vidas dos membros.

Vivem manipulando resultados fraldosos quanto a quantidade de membros existentes nas igrejas, o tão famoso censo. Falta o censo de vergonha na cara, censo de ridículos.

Me sinto enojada quando lembro do diácono anotando quem estava na madrugada, quem estava na escola dominical para depois passar para o Pr da igreja. Muita bajulação, puxa saquismo.

Que Evangelho é esse?

Paz!

Publicado por Agora sou Livre em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/estelionato-religioso/comment-page-2/#comment-49601

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COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA:

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Eu destaquei do texto da irmã o termo HOMENS INCHADOS e curiosamente, em pesquisa na rede, querendo fazer uma analogia intencional, encontrei um artigo interessante a respeito da morte pelo baiacu, aquele peixe, encontrado predominantemente no Brasil, que se incha em sinal de defesa, e me deparei com similaridades com os obráticos, e vou trazer para os irmãos.

O título do artigo sobre o baiacu é intitulado “Como é a morte por veneno de baiacu?”, o qual transcrevo abaixo, em itálico:

“Todos os anos, cerca de cinco pessoas morrem – e muitas outras são internadas – por causa do veneno de um dos peixes mais controversos da culinária mundial: o baiacu (ou Fugu, aquele mesmo que pode se inflar para espantar os inimigos). As mortes acontecem porque o peixe (considerado o segundo vertebrado mais venenoso do mundo) pode liberar Tetrodotoxina (uma neurotoxina 1.200 vezes mais mortal que o cianeto).

A substância não é fabricada pelos baiacus, mas por bactérias que ficam alojadas nos peixes. E elas podem ser espalhadas por todo o corpo do animal – desde as escamas até o fígado. O veneno encontrado em um deles pode ser o suficiente para matar 30 pessoas. Segundo o io9, mesmo com toda essa força, a morte causada pela Tetrodotoxina não é indolor, apesar de ser rápida.

Nos primeiros instantes, lábios e dedos começam a amortecer e apresentar espasmos (nesse ponto, ainda existe tempo de chegar ao hospital para um internamento emergencial). Depois começa a fraqueza muscular e surtos de diarreia e vômito até que os espasmos começam a ser percebidos também nos pulmões. Muitas vítimas sofrem parada respiratória enquanto ainda estão conscientes. A morte vem logo em seguida.

Há casos também de “zumbificação” das vítimas. A Tetrodotoxina pode encontrar em sintonia com outras neurotoxinas e fazer com que o corpo seja completamente paralisado, fazendo com que a pessoa apenas pareça morta. Depois as funções cerebrais voluntárias são retiradas e a pessoa torna-se um cadáver que pode se mexer, mas não sabe o que está fazendo.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/biologia/18611-como-e-a-morte-por-veneno-de-baiacu-.htm#ixzz2Ha3hixw2

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/biologia/18611-como-e-a-morte-por-veneno-de-baiacu-.htm

Bem, os caras na obra se incham em defesa da obra. Basta alguém colocar em xeque o que se vive na seita, e os “baiacus” se inflam, assumindo o máximo de prepotência e arrogância, disseminadas nos maanains e demais unidades locais, para tentar assustar os supostos “agressores”, parecendo ser uma causa pessoal, aumentando o seu volume em até 3 vezes o tamanho do corpo, ou seja, ampliando uma coisa que não é absolutamente nada, dentro do universo cristão, visto que se utiliza de bases heréticas estruturais, e se apegam a vapores de verdade, meias-verdades ou mentiras inteiras…

O cianeto é uma toxina fortíssima, mas a tetradoxina é 1200 vezes mais mortal. Só à título de curiosidade, o cianeto foi o veneno utilizado naquele massacre em Jonestown (Cidade do Jones), quando quase mil pessoas, dentre elas crianças de colo, idosos, foram induzidas, por um inescrupuloso, líder de uma seita, jim jones, a tomar tal toxina, perecendo todos ali mesmo. Detalhe: ele mesmo não tomou! Imaginem uma ocorrência dessas com a tetradoxina (veneno encontrado no baiacu)?

Os baiacus são encontrados em águas da América do Sul, predominantemente no Brasil, assim como a seita começou na América do Sul, e especificamente no Brasil.

A substância tóxica não é produzida no baiacu e sim é oriunda de bactérias que se alojam no corpo do peixe. A toxina é produzida pelas “bactérias” da obra, que se alojam no “corpo”. A membresia é infeccionada com “entendimento de obra”, “sectarismo”, “facciosismo”, “isolamento social”, “diminuição do poder de questionamento”, “falta de leitura e interpretação corretas da Bíblia”, e outros entendimentos falaciosos, como “não toqueis nos meus ungidos”, “ministério está acima dos dons”, “esta obra é filho único”, “esta é a obra, o resto é sobra”, “tudo que não é obra é religião, movimento”, “teologia é besteira”, “para tudo tem que se clamar pelo poder do sangue de jesus”, “consulta à palavra – bibliomancia”, e diversas outras baboseiras. Assim funciona a reprodução de “baiacus”, em série, na seita.

Outra coisa sobre a toxina em si é que a quantidade de veneno em um só baiacu é capaz de matar até 30 pessoas. Cada “baiacu” meia-sola pode matar até 30 vidas da membresia, lançando o veneno encontrado no seu corpo. Trocando por uma unidade de medida conhecida na seita, seria a morte de um “grupo de assistência” inteiro.

A intoxicação pelo “veneno do baiacu” acarreta dormências de órgãos, espasmos, vômitos, diarreias, e até casos de parada respiratória, seguida de morte. Ora, parece que estão sendo descritos sintomas de quem vive na seita, e diante das injustiças, discriminações, apadrinhamentos, perseguições, competições excessivas, preconceitos, mentiras, falsidades, delitos (em tese), heresias, avareza, politicagens, assédios moral, eclesiástico e até sexual, etc…

Se as coincidências parassem por aí, as similaridades seriam assombrosas, mas ainda há o tal processo de “zumbificação”, em decorrência de envenenamento por tetrodotoxina (“veneno do baiacu”), ocorrido em alguns casos! Os icemitas formatados pelo gedeltismo não são nada além de “zumbis”, parecendo que estão mortos (com raríssimas exceções), exatamente porque não demonstram sinais de vida eclesiástica, pois não questionam nada, aceitando tudo que vem de ordem do palácio da rainha desfigurada, não podem sair, visto que temem as maldições lançadas pelo chefe da destilação do ódio, não leem e-mails, não entram no orkut, não leem os jornais, não acreditam nas notícias sobre o escândalo, não pesquisam sobre o assunto, enfim, andam como “zumbis” na obra!

Lancei o assunto “zumbificação” pela toxina encontrada no baiacu no google, e encontrei várias outras páginas abordando o assunto, inclusive com vídeos e relatos de casos ocorridos de tal fenômeno.

Que obra maravilhosa essa, hein, “baiacus”!

Foge dela, povo meu!

A Paz do Senhor Jesus!

Alandati.

fonte: http://diganaoaseita.wordpress.com/2013/01/10/cuidado-com-o-veneno-encontrado-nos-baiacus-da-obra/

Sobre cavaleiroveloz

Porque, se tomarmos parte no sofrimento de Cristo, também tomaremos parte na Sua glória
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